"Mulheres! Ah! As mulheres.
Mulheres que passam, mulheres que ficam; mulheres que cantam, mulheres que dançam; mulheres que encantam.
Mulheres veneradas e às vezes desprezadas, mulheres amadas, mas também entre muitas maltratadas.
Mulhreres, vocês são brilho, são cor, são suavidade, são amor; São força que não finda, mesmo na tenra idade ainda, vocês nos envolvem e nos comovem a lhes sermos dependentes.
Se envolvidas no fogão, ou de caneta na mão, é forte a sua produção. Mais forte ainda é quando ela se autoproduz: charme, beleza, senhora delicadeza.
Se nova ou de muitos anos, duvidar do seu poder sedutor é engano.
Reconheço! Sou dependente! São três, três mulheres na minha vida. Que maravilha ó 'BRUTOS'. A primeira, me aprisionou nas grades do seu amor. Libertou-me, mas me prendeu nos braços, me apertou nos seus seios, me alimentou; por fim cresci, fugi. A segunda, me adotou e me encerrou nos grilhões do seu encanto, me fez outra vez infanto, carente e dependente, amarrou-me de pés e mãos com as cordas do seu coração. Agora acabou, pra onde irei eu, se dia e noite sua presença está comigo? Ainda por cima produziu uma cúmplice. Esta é a terceira. Como broto de rosas, exala aroma, tem espinhos, se auto defende com facilidade. Mas olhares já se voltam em sua direção, jardineiros prestes a estenderem a mão, numa colheita de posse. Epa! Esta preciosa rosinha, olha! Ainda é minha. É mais uma na tríade que me encarcera, porém me enobrece, se tiram de mim, me enriquecem e me coroam de honra e felicidade."
Aos meu três amores, às mulheres da minha vida: Beatriz (mãe), Josimary (esposa) e Sarah Evelin (filha).
FORÇA MULHRES EM TODOS OS SEUS DIAS: HOJE E SEMPRE.
Mulheres que passam, mulheres que ficam; mulheres que cantam, mulheres que dançam; mulheres que encantam.
Mulheres veneradas e às vezes desprezadas, mulheres amadas, mas também entre muitas maltratadas.
Mulhreres, vocês são brilho, são cor, são suavidade, são amor; São força que não finda, mesmo na tenra idade ainda, vocês nos envolvem e nos comovem a lhes sermos dependentes.
Se envolvidas no fogão, ou de caneta na mão, é forte a sua produção. Mais forte ainda é quando ela se autoproduz: charme, beleza, senhora delicadeza.
Se nova ou de muitos anos, duvidar do seu poder sedutor é engano.
Reconheço! Sou dependente! São três, três mulheres na minha vida. Que maravilha ó 'BRUTOS'. A primeira, me aprisionou nas grades do seu amor. Libertou-me, mas me prendeu nos braços, me apertou nos seus seios, me alimentou; por fim cresci, fugi. A segunda, me adotou e me encerrou nos grilhões do seu encanto, me fez outra vez infanto, carente e dependente, amarrou-me de pés e mãos com as cordas do seu coração. Agora acabou, pra onde irei eu, se dia e noite sua presença está comigo? Ainda por cima produziu uma cúmplice. Esta é a terceira. Como broto de rosas, exala aroma, tem espinhos, se auto defende com facilidade. Mas olhares já se voltam em sua direção, jardineiros prestes a estenderem a mão, numa colheita de posse. Epa! Esta preciosa rosinha, olha! Ainda é minha. É mais uma na tríade que me encarcera, porém me enobrece, se tiram de mim, me enriquecem e me coroam de honra e felicidade."
Aos meu três amores, às mulheres da minha vida: Beatriz (mãe), Josimary (esposa) e Sarah Evelin (filha).
FORÇA MULHRES EM TODOS OS SEUS DIAS: HOJE E SEMPRE.
(Pr. Adilson de JESUS)

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